segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Corredores participam de prova contra a corrupção em Brasília

A vendedora Cristia Lima protesta contra casos de corrupção no país, durante a 2ª Corrida e Caminhada Venceremos a Corrupção, na Esplanada dos Ministérios (Foto: Antonio Cruz/ABr)Participante da corrida protesta contra a
corrupção (Foto: Antonio Cruz/ABr)
G1-DF
Em comemoração ao Dia Internacional contra Corrupção, celebrado no dia 9 de dezembro, Brasília recebeu neste domingo (11), a 2ª Corrida e Caminhada Venceremos a Corrupção.
Mais de mil pessoas se inscreveram para participar do evento, informa a organização. Com largada em frente ao Congresso Nacional, às 9h, a prova teve percursos de corrida de 4 km e 10 km e uma caminhada de 1 km.
O organizador da prova, Gil Castelo Branco, reforçou o caráter político da corrida.
“Precisamos que o povo entenda que o Estado somos nós. Para diminuir a corrupção, é de suma importância que o cidadão participe. Esse evento e tantos outros que têm sido feito são provas de que o cidadão está indignado e que todos nós, de alguma maneira, queremos contribuir para redução desse mal no Brasil”, afirmou.

O ex-jogador de basquete Pipoca participou da corrida. "Está todo mundo reunido, apoiando o movimento. Chega de corrupção, ninguém aguenta mais, ninguém aguenta mais pizza. A gente quer que esse país se torne um país limpo", falou. O ator Marcelo Novaes e a atriz Suzana Pires também estavam na prova.

Premiação da 2ª Corrida e Caminhada Venceremos a Corrupção, que faz parte das atividades para lembrar o Dia Internacional contra a Corrupção (Foto: Antonio Cruz/ABr)Premiação da 2ª Corrida e Caminhada Venceremos a Corrupção, que faz parte das atividades para lembrar o Dia Internacional contra a Corrupção (Foto: Antonio Cruz/ABr)

Mensagem de Benone Leão Presidente Municipal do Democratas de São José do Egito

O fim de cada ano não é apenas mais uma página que passa na história. Mais do que isso, é a PAUSA PARA MEDITAÇÃO, que todos nós devemos fazer sobre os DIAS ATUAIS, onde até nossos filhos estão ameaçados pelos fantasmas das drogas, da corrupção, da incompetência, do desamor... é preciso MUDAR urgentemente.
Os dias passam é bem verdade, mas não devemos deixar passarem por nós os mais puros sentimentos de mudanças

Em 2012, A CERTEZA DE UM NOVO TEMPO...

FELIZ NATAL E UM ANO NOVO DE VITÓRIAS! 

Benone Leão
Presidente do Democratas
São José do Egito

Receita Federal vai criar malha fina para empresas

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Brasília - As pessoas jurídicas também terão a sua malha fina. A informação é do secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. A malha fina é o banco de dados do Fisco, onde são armazenadas as declarações que apresentam inconsistências após os diversos cruzamento realizados pelos sistemas informatizados do Fisco.
Hoje, já é possível, por exemplo, com dados das notas fiscais eletrônicas, cruzar informações sobre subfaturamento e omissão de receitas. Sendo assim, é possível fazer auditorias eletrônicas, disse Barreto, por meio dos valores de compra e assim estimar as receitas do contribuinte. Se a Receita detectar irregularidades, a empresa será chamada a se regularizar.
“Se não fizer a regularização, sofrerá a ação fiscal. Os sistemas estão sendo finalizados e já têm capacidade de entrar em produção em 2012”, disse.
A base do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) permite atualmente o acesso aos dados das empresas tanto pelo Fisco federal quanto pelos fiscos estaduais. Mesmo com os convênios para a troca de dados com os estados, não é necessário nenhum tipo de solicitação da Receita Federal, porque com o Sped as informações estão disponíveis para todos.
“Assim como temos a malha da pessoa física, teremos a instituição da malha da pessoa jurídica dando maior abrangência à presença fiscal e alcançando todos os níveis de contribuintes. É importante notar que a malha consiste, sem ter a presença da fiscalização, do cruzamento de informações internas e externas”, disse Barreto.
Barreto informou ainda que a fiscalização continuará, em 2012, voltada para os grandes contribuintes. Principalmente, os que fazem, segundo ele, planejamento tributário abusivo. O planejamento tributário consiste em usar brechas na lei para reduzir o pagamento de impostos. “O foco vai ser os grandes contribuinte, principalmente, na fiscalização do planejamento tributário abusivo, mas ampliaremos, também, a atuação em todas as empresas, da malha da pessoa jurídica”.

Daniel Lima

Agência Brasil

Receita permitirá parcelamento das contribuições previdenciárias pela internet

reprodução

Brasília - A Receita Federal irá permitir o parcelamento das contribuições previdenciárias pela internet a partir de 2012. A medida evitará a necessidade do atendimento presencial. Ao acessar o serviço, o contribuinte formalizará o parcelamento e o sistema fornecerá o cálculo da parcela mínima que será permitida. O parcelamento poderá ser feito pelo contribuinte ou por uma pessoa legalmente habilitada por ele com certificação digital.
Para delegar a função a terceiros, já existe na Receita Federal, o serviço de procuração eletrônica
A Receita Federal divulgou outra novidade para 2012. Os ressarcimentos, como no caso de um pagamento maior por parte de uma empresa, serão feitos diretamente na conta-corrente do contribuinte. A medida irá agilizar o tempo de tramitação dos processos. A expectativa é que dessa forma aumentem a eficiência da administração tributária e a satisfação do contribuinte.
A Receita também quer estimular o uso do serviço de caixa postal. O serviço criado pelo Fisco possibilita ao contribuinte acessar e gerenciar, por meio da página da própria Receita, as mensagens armazenadas em uma caixa específica mantida nos computadores do órgão. O contribuinte pode utilizar o serviço no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento), acessando-o por meio de código fornecido pela Receita ou do certificado digital. Algumas mensagens poderão ser acessadas somente por quem tem o certificado digital.
“A gente destaca essas facilidades como importantes, como novidades que têm sido ampliadas pela nossa área de atendimento para facilitar a vida do contribuinte, [para] melhorar essa interação do Fisco com o contribuinte.”, disse à Agência Brasil o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto.
A Receita lembra que não envia e-mails, ou qualquer outro tipo de correspondência pela internet, nem solicita o fornecimento de informações fiscais, bancárias e cadastrais. Por isso, o contribuinte deve ficar atento aos criminosos que enviam correspondências falsas em nome do Fisco a fim de obter dados confidenciais das pessoas.

Daniel Lima
Agência Brasil

Não, para a divisão do Pará

Arte resultado final plebiscito no Pará (Foto: Editoria de Arte / G1)
Os eleitores paraenses decidiram, em plebiscito realizado neste domingo (11), manter o estado do Pará com o território original, segundo informou às 20h08 (horário de Brasília, 19h08 locais) o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Ricardo Nunes. A confirmação do resultado foi dada com 78% de urnas apuradas, duas horas depois do término da votação.
A apuração foi concluída por volta de 1h20 desta segunda (horário de Brasília). Com 100% das urnas apuradas, o resultado indicou que 66,6% escolheram "não" para a criação do estado de Carajás e 66,08% rejeitaram a criação do estado de Tapajós.
Foram apurados os votos das 14.249 urnas do estado. A abstenção foi 25,71%.
Do total apurado em relação a Carajás, pouco mais de 1% era de votos nulos e 0,41% de brancos. Em relação a Tapajós, 1% foi de votos nulos e 0,49% de votos.
Os eleitores responderam a duas perguntas "Você é a favor da divisão do estado do Pará para a criação do estado de Carajás?" e "Você é a favor da divisão do estado do Pará para a criação do estado do Tapajós?". O número 77 correspondeu à resposta "sim" para qualquer uma das perguntas. E o número 55 foi usado para o "não".
Eleitores festejam em Belém o resultado do plebiscito no Pará, que rejeitou a divisão do estado (Foto: Raimundo Paccó / Frame / Agência Estado)Eleitores festejam em Belém o resultado do plebiscito no Pará, que rejeitou a divisão do estado (Foto: Raimundo Paccó / Frame / Agência Estado)
Com a decisão das urnas, o trâmite para a divisão do estado se encerrou junto com o plebiscito. Dessa forma, a Assembleia Legislativa paraense e o Congresso Nacional não precisarão analisar a divisão do território e criação dos novos estados.
'Forma eficiente'
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, comemorou a rapidez na divulgação do resultado parcial do plebiscito cerca de duas horas após o encerramento da votação. 
"Penso que não apenas a cidadania está madura do ponto de vista cívico, mas a tecnologia eleitoral brasileira está muito avançada, conseguimos apurar o resultado matematicamente consolidado em duas horas depois do fechamento das urnas. Hoje foi um teste importante e verificou-se que o povo pode ser consultado rapidamente de forma eficiente e econômica", disse.
Para Lewandowski, o percentual de abstenção (25,4% às 20h11 - horário de Brasília) está dentro da normalidade. "Os índices de abstenção são relativamentes pequenos em um país de dimensões continentais. Acredito que a democracia no Brasil está consolidada", completou o presidente do TSE.

Plebiscito Pará 09 (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)Eleitores em colégio eleitoral de Belém  (Foto:
Tarso Sarraf / O Liberal)
Votação

A votação começou às 8h, em mais de 14 mil seções eleitorais do estado do Pará. Os eleitores responderam a duas perguntas "Você é a favor da divisão do estado do Pará para a criação do estado de Carajás?" e "Você é a favor da divisão do estado do Pará para a criação do estado do Tapajós?". O número 77 correspondeu à resposta "sim" para qualquer uma das perguntas. E o número 55 foi usado para o "não".

Em 277 locais considerados de difícil acesso, a votação foi feita em urnas ligadas a baterias, que transmitiram os votos via satélite.
Durante todo o dia, mais de três mil militares do Exército reforçaram a segurança em 16 cidades do Pará, incluindo os municípios de Santarém e Marabá, que seriam as capitais dos novos estados.
Os outros municípios que contaram com segurança foi Altamira, Brasil Novo, Monte Alegre, Alenquer, Óbidos, Juriti, Oriximiná, Santana do Araguaia, São Félix do Xingu, Redenção, Tucumã, Orilândia do Norte, Bacajá e Anapu.
Ausência
Os eleitores que não compareceram para votar terão 60 dias para justificar a ausência nas zonas eleitorais em que estiveram inscritos. Mesmo se tratando de um plebiscito, as exigências são as mesmas para eleições regulares. Quem deixou de votar e não apresentou a justificativa será multado e pode ter o título de eleitor cancelado.

Pesquisa

Uma pesquisa realizada pelo Datafolha e divulgada na noite de sexta-feira (9) já apontava que a maioria dos eleitores do Pará rejeitaria a divisão do estado. O levantamento, terceiro e último feito pelo instituto antes do plebiscito, apontou que 65% dos entrevistados eram contrários ao desmembramento do Pará para a criação do estado de Carajás, e 64%, contrários à divisão para a criação de Tapajós.

A pesquisa foi feita de terça (6) a quinta (8), com 1.213 eleitores em 53 cidades paraenses e encomendada pelas TVs Liberal e Tapajós, afiliadas da TV Globo no Pará, e pelo jornal "Folha de S.Paulo". A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
pará (Foto: Tarso Sarraf/AE)No Pará, moradores de comunidade ribeirinha faz campanha contra a divisão do Pará (Foto: Tarso Sarraf/AE)

Armação petista na Lista de Furnas

QUADRILHA - Nilton Monteiro, quando foi preso em outubro passado, e os deputados petistas Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT): os políticos mineiros prometeram ao estelionatário dinheiro e “negócios” em bancos do governo federal como pagamento pela falsificação da chamada “lista de Furnas”

Parlamentares citados na Lista de Furnas – documento forjado para atingir a oposição e abafar investigações sobre o escândalo do Mensalão – mostraram-se indignados diante da revelação de que dois deputados petistas estavam por trás do esquema que pretendia minar a CPI dos Correios, em 2006. As informações, obtidas por escutas da Polícia Federal, foram reveladas por reportagem da edição de VEJA desta semana. O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma das vítimas da farsa, vai pedir à Polícia Federal informações sobre o resultado das investigações. E cobrar um aprofundamento dos trabalhos sobre um ponto específico da fraude: a coleta de sua assinatura, que se deu dentro da Câmara Federal em circunstâncias ainda não explicadas.

Deputado Rodrigo Maia quer mais investigações. Escutas da PF reveladas por VEJA mostram como PT tentou minar apuração do Mensalão

Maia sabe que sua assinatura foi obtida na Câmara porque a rubrica que consta do material fraudulento é a que ele usava para subscrever requerimentos na Casa. Em documentos que não tinham relação com a atividade parlamentar, ele usava outra assinatura. "A ocultação passou por dentro da Câmara dos Deputados. Temos que pedir que se avance nessa questão."
Outra vítima da montagem, o ex-deputado Raul Jungmann (PPS-PE) condenou a armação por trás da Lista de Furnas: "Ao PT, faltam limites éticos e morais, porque eles nunca aderiram à institucionalidade da democracia totalmente. O PT desenvolveu uma moral própria, que é aquela que lhe convém", disse.
José Carlos Aleluia (DEM-BA), ex-deputado também citado na lista falsa, foi à Justiça contra Nilton Monteiro, o criminoso que montou o documento sob encomenda dos petistas. Ele afirmou que a relação entre Monteiro e o PT era conhecida: "Na primeira audiência, ele foi representado por um advogado do PT. Depois, o PT começou a pagar outros advogados para ele." Aleluia também se mostrou indignado com a fraude: "É difícil fazer política quando você sabe que tem uma quadrilha, cujos nomes dos chefes são conhecidos, agindo nas barbas da polícia e da Justiça."
Osmar Serraglio (PMDB-PR), que era o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Correios, lembra-se de ter encontrado o envelope com a Lista de Furnas em sua mesa. "Não tinha identificação, não tinha origem. Eu fiquei em dificuldade. O que eu iria fazer com aquilo? Dali a pouco, iriam dizer que o relator inventou a lista", diz o parlamentar.
Ironicamente, muitos daqueles que eram alvo do PT há seis anos agora são aliados do governo federal. A lista inclui, por exemplo, o govenador Sérgio Cabral (PMDB), os deputados Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Zezé Perrela (PDT-MG). O último, aliás, acredita que o episódio foi provocado por "uns malucos". "Eu não acredito que isso tenha sido uma coisa orgânica, centralizada. São uns malucos, uns outros aloprados", avalia o peemedebista.
Revelação – VEJA teve acesso a conversas gravadas pela Polícia Federal com autorização judicial, no primeiro semestre de 2006. Elas evidenciam que o estelionatário Nilton Monteiro – preso em outubro deste ano por forjar notas promissórias – agiu sob os auspícios dos deputados Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT) com o objetivo de fabricar a lista. Há diálogos seguidos entre Monteiro e Simeão de Oliveira, braço direito de Rogério Correia.
Os dois discutem os padrões das assinaturas de figuras importantes da oposição naquele momento, como o líder da minoria na Câmara, José Carlos Aleluia, do DEM, e o então líder do PSDB, Antônio Carlos Pannunzio. Em troca das falsificações, Monteiro, além de receber pagamento diretos, exigia a liberação de recursos em bancos públicos. É o que demonstram as gravações.
A Lista de Furnas era uma espécie de planilha com valores supostamente repassados a campanhas eleitorais de parlamentares e governantes de oposição durante o pleito de 2002. O Caixa 2 seria comandado por Dimas Toledo, então comandante da estatal.
Gabriel Castro - veja

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

MPF oferece denúncia contra conselheiros do TCE-RJ

reprodução / internet
Brasília - O subprocurador-geral da República Carlos Eduardo Vasconcelos ofereceu denúncia contra quatro conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) como desdobramento da Operação Pasárgada, da Polícia Federal, deflagrada em 2008. Eles são acusados de contratação irregular de servidores e de incorrer nos crimes de falsidade ideológica, corrupção, peculato e prevaricação.
Vasconcelos também pede o afastamento do presidente Jonas Lopes de Carvalho Junior, do vice-presidente Aluisio Gama de Souza e de um ex-presidente do órgão, que não teve o nome divulgado.
De acordo com o Ministério Público, o objetivo do afastamento é garantir a instrução criminal e a ordem pública. A denúncia foi encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O inquérito sobre as irregularidades do TCE-RJ surgiu a partir dos resultados obtidos com a Operação Pasárgada. As autoridades constataram que os conselheiros do TCE-RJ recebiam vantagens indevidas em troca de votos favoráveis na análise de contas municipais.

Débora Zampier
Agência Brasil

Desembargador vira réu em processo sobre venda de sentenças revelada na Operação Pasárgada

reprodução / internet
Brasília - O desembargador Francisco de Assis Betti, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), responderá a ação penal por corrupção passiva, formação de quadrilha e exploração de prestígio. É o que decidiu a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça nesta quarta-feira (7), ao analisar denúncias sobre um esquema de venda de sentenças reveladas pela Operação Pasárgada, da Polícia Federal, em 2008.
              
Betti responderá ao processo afastado do cargo. Ele é acusado de receber propina de empresa de consultoria em troca de liminares que liberavam valores do Fundo de Participação dos Municípios a prefeituras em débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e de liberar mercadorias retidas pela Receita Federal.
O STJ também começou a analisar a participação da desembargadora Ângela Maria Catão, também do TRF1, no esquema. No entanto, o julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Herman Benjamim. Até o momento, sete dos 15 ministros que compõem o colegiado já rejeitaram a denúncia, e uma ministra recebeu a denúncia apenas em relação ao crime de corrupção passiva. Após o pedido de vista, pode haver mudança no placar caso algum ministro decida voltar atrás.
A Operação Pasárgada resultou na prisão de 17 prefeitos de Minas Gerais e da Bahia. Segundo a Polícia Federal, o esquema gerou um rombo de pelo menos R$ 200 milhões nos cofres públicos.
Débora Zampier
Agência Brasil

José Agripino condena aumento da dívida brasileira

O senador José Agripino (DEM-RN), em pronunciamento quinta-feira (1º), manifestou preocupação com a elevação contínua da dívida interna brasileira e a falta de cortes nas despesas públicas. Ele alertou que o país pode entrar numa crise semelhante à europeia. Segundo o parlamentar, o pagamento de juros da dívida pública consumiu R$ 235 bilhões nos últimos doze meses, enquanto a saúde, classificada como "grande chaga nacional", recebeu R$ 70 bilhões em 2011.
- Estamos falando de R$ 235 bilhões em juros que se evaporam sem prestar serviço a brasileiro nenhum - lamentou o senador.
José Agripino contestou a crença de que o Brasil estaria "blindado" contra a crise mundial, avaliando que os juros altos refletem desconfiança no país. O senador citou o exemplo da Itália, que tem uma dívida nacional maior que o produto interno bruto (PIB), mas conseguia financiar seus gastos públicos graças à confiança dos investidores. Com a crise do euro, segundo salientou Agripino, a Itália foi obrigada a elevar juros e promover reformas econômicas.
- Assumiu um novo primeiro-ministro, que vai ter que impor restrições à sociedade italiana, vai ter que cortar gasto público e vai ter que aumentar receita para ter um superávit maior a fim de tentar administrar a dívida pública. A mesma coisa pode acontecer conosco. A dívida interna do Brasil está beirando os R$ 2 trilhões - alertou.
Segundo o senador, a redução da taxa de juros em meio ponto percentual, para 11% ao ano, anunciada pelo Copom na noite de quarta-feira (30), não vem acompanhada de qualquer medida do governo para conter o gasto público. Para Agripino, o Brasil "continua na gastança".
- Ou o governo racionaliza a qualidade do seu gasto público, ou o Brasil pode chegar a uma situação parecida com a que a Itália está vivendo neste momento - alertou o senador, que também chamou atenção para o déficit na balança comercial brasileira.
Ao iniciar o pronunciamento, José Agripino afirmou que a votação da DRU Entenda o assunto está condicionada à disposição do governo a votar a regulamentação da Emenda 29 Entenda o assunto, matéria que considerou "clamor da nação brasileira".
Agência Senado - BenoneLeão

Ciro: PT e PMDB unidos por roubalheira e fisiologismo

Ao participar do 23º Encontro Nacional do PSB em Brasília, o ex-ministro e ex-deputado federal Ciro Gomes (CE) disse que, antes de pensar em disputar a Presidência da República, o seu partido deveria se preocupar em fazer criticar à aliança entre o PT e PMDB no governo Dilma Rousseff. Ele afirmou que a união existe porque tem “natureza fisiológica. “Quando não roubalheira”.
O cimento da aliança central que reúne o PT e PMDB é de natureza fisiológica. Nós teremos sempre grandes sustos e grandes dissabores por esse cimento”, disse.“Toda aliança é legítima, mas qual é a agenda institucional, transformadora que precisa dessa grande aliança? Qual é a pendência da reforma tributária, no modelo de organização das instituições políticas, no desenho da poupança previdenciária ou qualquer que seja o assunto relevante? O que os coesiona? Fisiologia! Quando não, roubalheira”, completou Ciro.

BenoneLeão

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Cego que nasceu em São José é o novo Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Um cego de origem humilde, nascido na cidade de São José do Egito, é o novo Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência e nesta condição está percorrendo todas as capitais do país para divulgar as ações do órgão que dirige.


Ele se chama Antonio José Ferreira e sexta-feira passada esteve em Boa Vista, capital de Roraima, e se reuniu com um conterrâneo que não conhecia e tampouco sabia que morava lá há quase 40 anos: o prefeito Iradilson Sampaio (PSB).

Ferreira viajou a convite do Ministério Público para participar de uma reunião patrocinada pelo Centro Operacional de Apoio às Procuradorias e Promotorias de Justiça.

O evento foi aberto ao público e teve entre os convidados representantes das Associações Anjos de Luz e dos Deficientes Visuais de Roraima e do Colegiado das Associações das Pessoas com Deficiência.

Antônio José Ferreira também é vice-presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade) e já presidiu a Organização Nacional dos Cegos do Brasil.

PortalSJE

Embratel, Vivo e Claro denunciam licitação \"viciada\" no governo Ricardo para beneficiar a OI

O Governo da Paraíba fez uma licitação da telefonia no ultimo dia 1 de dezembro que vem gerando insatisfações e protestos das operadoras Vivo, Claro e Embratel. O "edital do pregão de telefonia" conduzido pela Secretaria de Administração foi lançado no dia 15 de novembro e abertura da proposta foi feita na última quinta-feira. Segundo a denuncia, o edital possui erros insanáveis.

Hoje o colunista Clilson Júnior descobriu, através de documentos fornecidos pelas operadoras, que o edital teria sido feito, supostamente,  para beneficiar apenas a única empresa que venceu a licitação, com preços acima do mercado.Somente OI/Telemar deu o lance e ganhou sozinha a licitação no valor de R$ 21.640.663,56 (vinte e um milhões, seiscentos e quarenta mil, seiscentos e sessenta e três reais e cinquenta e seis centavos).



Patosonline

Aposentados de Patos exigem pagamento de salários ate dia 30 de cada mês

Mais de 300 aposentados e pensionistas de Patos, filiados ao SINFEMP, reunidos em assembléia geral realizada no último domingo, dia 4 de dezembro de 2011, no Auditório da Associação Comercial, querem que o pagamento de seus salários sejam efetuados até o dia 30 de cada mês.

Muitos usaram da palavra e discordaram do pagamento que está sendo feito pelo PatosPrev depois do dia 30, causando prejuízos, pois muitos tem empréstimos consignados e com isso pagam juros, caso não seja efetuado os seus pagamentos dentro do mês.

Além disso, os aposentados precisam honrar os seus compromissos com farmácias, supermercados, sendo assim, ficam impedidos de fazer novas compras, caso não pague as anteriores.

Em relação às contas no Banco do Brasil, muitos aposentados querem garantir as contas salários, evitando assim de pagar taxas no valor de R$ 13,50 (treze reais e cinqüenta centavos), mensalmente.

No tocante ao aumento salarial para os professores aposentados, a proposta é o pagamento do piso nacional na cabeça do contracheque a partir do mês de janeiro de 2012.

Os aposentados e pensionistas de Patos irão se juntar aos demais servidores municipais no dia 20 de dezembro de 2011, no lançamento da Campanha Salarial 2012, onde será realizada uma caminhada pelas principais ruas, saindo da sede da entidade e se concentrando em frente a Prefeitura, onde a direção do SINFEMP entregará ao Prefeito Nabor Wanderley a proposta do Plano de Cargos, Carreira e Salários do Magistério,  dos servidores da saúde e da nova proposta do Estatuto do Servidor Público Municipal.


Patosonline

Esgoto transbordando causa revolta aos comerciantes no Centro de Patos

Desde domingo, dia 04, que comerciantes da Rua Bossuet Wanderley, em pleno Centro Comercial de Patos, reclamam de problemas de vazamento na rede de esgoto da localidade. A rede de esgoto está sobre os cuidados da Companhia de Águas e Esgotos do Estado da Paraíba – CAGEPA, mas até o momento nenhuma equipe da Companhia foi vista para consertado o problema que está espalhando água fétida pelo centro da cidade.

A revolta dos comerciantes é que o valor pago nas contas de água para a CAGEPA é 50% mais caro devido à taxa de esgoto que está incluída no boleto. “Nós pagamos caro e na hora que acontece esse tipo de problema a solução demora a acontecer”, disse um dos prejudicados.

O problema de entupimento na rede de esgotos no centro de Patos é algo raro de acontecer. Por esse fato, os comerciantes querem solução imediata ou pelo menos prazos concretos para a solução do problema.

Em contato com a sede regional da CAGEPA, a reportagem foi informada que o problema será repassado para a equipe de manutenção que está sob o comando de Tarcísio Fontes.

Jozivan Antero – patosonline

“Secretaria de Saúde de Canindé de São Francisco engana Ministério da Saúde com Informações falsas”

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Posto de Saúde do Assentamento Cuibá - Canindé de
São Francissco - SE.

Os moradores do Assentamento Cuiabá, localizado no município sergipano de Canindé de São Francisco, reclamam da falta de atendimento médico no Posto de Saúde da Família Ednaldo Vieira de Barros.

Segundo informações realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde de Canindé de São Francisco ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES DATASUS), no Posto de Saúde Ednaldo Vieira de Barros consta que está cadastrado dois médicos de saúde da família contratados e ativos, trabalhando naquela localidade com uma carga horária de 40 horas semanais, ou seja, ao menos 8 horas diárias de segunda a sexta deveria ter médico para atendimento às famílias daquele Assentamento e região.

Para os moradores do Assentamento Cuiabá essas informações são inverídicas, pois, não há atendimento médico há mais de 1 ano. O Prefeito e o Secretário de Saúde do Município que, aliás, são irmãos, se omitem e não respondem aos cidadãos sobre a situação.

O Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Canindé de São Francisco (SINDISERVE-CANINDÉ) vem tentando ser atendido pelo Prefeito Municipal para discutir o problema entre outros diversos que dizem respeito às condições de trabalho e irregularidades nos serviços públicos do município. O prefeito se nega a atender o sindicato.

Os dados dos Estabelecimentos de Saúde públicos e privados que atendem pelo SUS estão disponíveis no site cnes.datasus.gov.br. O cadastro objetiva oferecer maior transparência através de informações sobre atendimento à saúde em nosso país.

O município de Canindé de São Francisco de forma evidente repassa informações falsas de alguns nomes de profissionais e de carga horária também. E o silêncio impera na Prefeitura de Canindé de São Francisco.

Se formos considerar os 15% da receita média de R$ 8,5 milhões, a Secretaria de Saúde de Canindé teria uma receita de um pouco mais de R$ 1,2 milhões. A receita total de mais da metade dos municípios sergipanos é inferior ao valor destinado a Secretaria Municipal de Saúde de Canindé. Mesmo com uma realidade financeira extraordinária a saúde municipal de Canindé ainda passa por muitos problemas.

É preciso nos questionar: o que está acontecendo em Canindé? Será que a beleza do Cânion de Xingó está maquiando a situação real do município? Será que R$ 1,2 milhões não é o suficiente para oferecer uma saúde de qualidade a uma população de 24.693 habitantes (Censo IBGE 2010)? Será que o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) baixo não é reflexo de nada? Enfim, a quem vai beneficiar informações falsas ao Ministério da Saúde?
Precisamos refletir sobre isso!

Notícias do Sertão

Alvaro Dias volta a propor CPI da Corrupção

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Ao comentar o pedido de demissão do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) voltou a propor, nesta segunda-feira (5), a criação de uma CPI da Corrupção. Para defender os "resultados inegáveis" que uma CPI traria, Alvaro lembrou que, no domingo (3), a CPI do Futebol, presidida por ele, completou dez anos, tendo proporcionado avanços importantes na legislação e na administração do esporte no país.
- A persistência em relação ao modelo de loteamento de cargos entre os partidos que compõem uma coalizão de força fisiológica incomum compromete a eficiência administrativa e, repito, abre portas para a corrupção. Manter o modelo é lubrificar a máquina que fabrica escândalos no Brasil. Lastimavelmente, é o que nós estamos verificando nesta segunda-feira, com a demissão do ministro Carlos Lupi, que sucumbiu, diante das pressões das denúncias, e pediu para ir embora -disse Alvaro.
O senador criticou a presidente Dilma Rousseff por manter Lupi no cargo, após as primeiras denúncias, até a situação ficar insustentável. Segundo ele, Dilma se posicionou como "advogada de defesa", mas acabou perdendo a causa.
Agencia Senado